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Batucando no verão
A Batucada do Boi Garantido está de volta em mais uma edição do Batucando no Verão que vai acontecer no dia 31 de Agosto no Pagode do Almirante no bairro de Santo Antônio, próximo a Feira do Produtor. ...
Comentários ao artigo
em 09/08/2007 22:54
Enrubescido pelo brilho da paixão, dança meu boi... Hei!

Acredito que tanto Garantido quanto Caprichoso deveriam ter mais programações rolando o ano todo. Acabou o Festival, ninguém mais ouve toadas nas rádios e/ou sequer ouve falar em boi-bumbá.
Nunca ouvi alguém dizer que enjoou de forró ou pagode (estilos musicais que tocam de janeiro a janeiro na cidade), ou seja, se ninguém enjoa desses rítmos, porque com o boi-bumbá é diferente? Até quando a mídia vai ter preconceito com os nossos valores? Até quando os interesses lucrativos vão prevalecer só durante o Festival? Até quando mais da metade da população vai ter vergonha de se reconhecer como índio e/ou caboclo, miscigenado, latino, sul-americano etc?
Parabéns à iniciativa do Batucando no Verão e, se o Caprichoso tiver algum evento parecido, por favor, alguém me dê uma luz, pois a iniciativa tem que partir de ambos.
Quando se trata de defender a nossa cultura regional (falo regional porque forró e pagode faz parte da nossa cultura nacional) "não tem essa de desafio" (como cita Raimundinho Dutra em "Parintins Caprichoso") ou inveja. Tem que copiar, tem que inovar, tem que ser criativo, afinal, é o nosso rítmo que está em jogo...

em 10/08/2007 19:16
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK...

SE DEPENDER DO GARANTIDO O NOSSO RITMO NUNCA VAI MORRER, POIS SOMOS O BUMBÁ QUE MAIS TEMOS EVENTOS ANUAIS...

Ilza Nunes em 14/08/2007 17:53
Oi Carmesim tudo bem?

Tudo isso que você disse, eu já expus aqui. Infelizmente o caboclo amazonense tem vergonha de ser caboclo, tem vergonha de ser índio. O caboclo imita o carioca e o paulista, por vergonha da sua raça. Mas... tem caboclo (ainda que minoria), que assumi a sua raça. Eu sou uma delas e digo com toda sinceridade. Amo a nossa cultura. Adoro ouvir toadas. Pra mim não existe época pra ouvir toada e calo a boca de quem reclama. Admiro o povo da Bahia que com orgulho cantam o seu axé. O carioca não dispensa o seu pagode. Gente, as nossas toadas são tão lindas, ritmadas, gostosas de dançar. Eu tenho é orgulho disso. Mas, infelizmente a mídia ridiculariza com os gostos musicais. Outro dia, lendo o jornal, deparei com um depoimento do radialista Cid Soares, em que ele dizia que não toca no programa dele as músicas de nossos artistas, porque ele acha de mau gosto. Posso até concordadr com ele, que possa ter alguns cantores que realmente tem um repertório horrível, mas peraí.. nem todos! Nós temos um rico leque de artistas que merecem essa oportunidade de mostrar as nossas músicas, as nossas toadas.

Carmesim, o caboclo começou a ouvir toadas , quando nos anos 90, o Boi Caprichoso fez um espaço no Clube TV Lândia. Eram todas as tardes de sábados, somente de toadas. Não tinha direito de se ouvir outro ritmo, a não ser as toadas. E deu certo na época. Hoje, o povo não visita. Somente quando chega a época de ensaios dos bois. Quem sabe o Batucando no Verão, não consiga fazer tudo começar de novo! E revivermos bons momentos como na época da TV Lândia.
em 14/08/2007 20:23
EI CARMESIM, EU ASSINO EM BAIXO DE QUASE TUDO O QUE A ILZA DISSE... SÓ QUE ELA ERROU EM DIZER QUE O "CABOCLO" COMEÇOU A OUVIR TOADA SÓ NOS ANOS 90... NA VERDADE, QUEM COMEÇOU A OUVIR TOADAS NOS ANOS 90 FORAM OS "CABOCLOS" DE MANAUS... MAS, NÓS, OS CABOCLOS DE PARINTINS JÁ OUVÍAMOS TOADAS HÁ MUUUUUUUUUUUUUUUITO TEMPO... LEMBRE-SE SEMPRE DISSO: O BOI-BUMBÁ É DE PARINTINS... MANAUS É UMA EXTENSÃO, OU SUB-CAPITAL DO BOI-BUMBÁ...
em 15/08/2007 10:20
Ruborizado de amor...

Quando os cronistas viajantes chegaram ao Amazonas, a estranheza com o lugar, bem como o espanto, foi tremenda.
Alexandre Rodrigues, Louis Agassiz entre outros, fomentaram essa difusão por um não reconhecimento regional. Os padrões europeus, vigentes na época como status mundial, dificultaram a identidade própria de nossos caboclos. O índio era visto como preguiçoso, indolente e fraco, muitas vezes em vista do clima (usado como um dos fatores principais para explicar a inferioridade racial, o chamado determinismo geográfico).
Aliás, ainda hoje costuma-se dizer que a Amazônia não faz parte do Brasil, dada essa grande distância cultural e geográfica. Ainda há pessoas que acreditam piamente que só há índios por aqui.
Essa visão multifacetada que a nossa cultura tem, por durante muito tempo foi visto como ruim para o progresso de uma nação (que o digam os cronistas), bem como a miscigenação, um horror!!!!
Só nos reconhecemos enquanto amazonenses durante o Festival, tal qual só nos reconhecemos enquanto brasileiros durante a Copa do Mundo. Então eu pergunto, onde está a tão falada identidade nacional? Se em todas as regiões do Brasil somos tão distantes culturalmente?
MARCO GARANTIDO !! em 16/08/2007 18:28
CONVIDAMOS TODOS OS ASSOCIADOS DO BOI

GARANTIDO PARA PARTICIPAREM DE UM COQUETEL DE

LANÇAMENTO DA CANDIDATURA DE VICENTE DE MATOS A

ELEIÇÃO DO NOSSO BOI GARANTIDO !!

O COQUETEL ACONTECERÁ NESTA SEXTA-FEIRA, DIA

17/08/07, ÀS 19:00h, NO SAMBÓDROMO !!
MARCO GARANTIDO !! em 27/08/2007 12:42
VIVENTE DE MATOS É REELEITO PRESIDENTE DO BOI GARANTIDO PARA 2008 E 2009 !!
ALÔ parintins.com, CADÊ A COBERTURA DA ELEIÇÃO ??


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