Haroldo de Almeida Barroso Neto em 02/02/2010 08:25
Caro Flavio, não ?esquenta?. Há coisas que não se pode mudar. Quando o teu erro lhe cobrar as conseqüências dos seus próprios atos, cabe ao Sr. responsabilizar-se por eles. Mas quando um erro alheio servi-lhe de EXEMPLO para não sofrer de suas cobranças, eis a sua capacidade de ler, interpretar e por em prática o que podemos chamar de escolha, livre arbítrio. Quando fizeres alusões ao mal alheio, faça-o de modo a elucidar seus fatos. E deixe o livre arbítrio alheio fazer suas escolhas, até porque, um ERRO de ALGUEM pode ser o ACERTO de um OUTRO. Generalidades a parte, enveredando-me não no campo dialético, incessante e progressivo movido por opiniões violentas, pois a arte do diálogo esta para uns aos mesmos paços que para outros esta a ?arte? da IMPOSIÇÃO de suas idéias e opiniões.
E não tente me IMPOR sua idéia. Eis a arte da PERSUAZÂO IMPONDO suas opiniões a fim de DETURPAR e MANIPULAR o ?livre arbítrio? alheio de forma indireta. Mas não o meu, é claro. Assim como, caminhando na turvas trilhas do seu próprio ego, revoltando-se contra o ?oposto? quando a ?direita? precisa da ?esquerda? para se lavar! E o socialismo com suas teorias utópicas de apropriação da liberdade e do bem coletivo, justificado pela instauração de uma ORDEM que beneficia uma MILICIA ARMADA HEGEMÔNICA atuando como uma DITADURA em vias práticas. Pois o campo dialético é para os bem aventurados na ordem prática dos democratas, mesmo perdendo-se em certos momentos e culminado a um ?erro? delegando poderes para quem não tem a grandeza de possuí-los. Pois a distribuição eqüitativa dos poderes faz mais bem para as suas IDÉIAS que a usurpação da sua liberdade de exprimi-las.
Mas peço que faça bom uso de umas das minhas observações. Não para segui-la, nem tão pouco para aceita-la como certa ou errada, mas para o momento reflexivo que lhe ocupa a maioria dos neurônios, como ponto de partida ou caminho a não seguir, quando digo:
?Não se pode CRIAR onde não há REVOLUÇÃO do pensar. Apenas a hipócrita alegação de autenticidade se afirmando, de forma ditatorial, propagando seus discursos de interesses escusos. Encobrindo, adulterando, rechaçando e censurando quando necessário, disfarçando-se de ?informação? para melhor convencer. O bem de um para o bem de todos, não deveria ser o jargão decapitando a verdade e manipulando ?opiniões?. O bem de todos para o bem de um, admitindo a máxima condição humana à contestação bem intencionada.? (BARROSO, 2010)
Já que o Sr não a compreendeu, assim como tantas outras citações da minha última postagem, busco por um raciocínio que tenta fazem referências à própria relação histórica entre os torcedores do Boi Caprichoso e suas gestões administrativas, do picadeiro deste mesmo circo de mandos e desmando que parecem tanto engessar sua autocrítica em beber cegamente do ?vinho? que lhes servem. Assim como um JUÍZO qualquer que o é, um ERRO é a parte oposta que consiste na consideração de suas ?provas? quando se ATESTA ser um ?desvio para o bom caminho?. Sendo assim, em que momento fiz a afirmativa de que um erro deixa de ser julgado por um ?jure? que possuí opinião própria e o afirma a partir de um PONTO DE VISTA?! Pelo visto o Sr. se perdeu em meus devaneios, ou melhor, se perdeu em seu culto campo de vetustas flores, alienado, revoltado com a preferencial ?posição? de se afirmar mesmo forçado a agir como ?oposição? em um pleito que prefere transformar DEBATE em DISCUSSÃO feito COMPETIÇÂO ELEITORAL em busca de VOTOS! Assim o digo mediante este seu tendencioso (para os bons entendedores) hábito FROIDIANO de comparações forçadas com qualquer cenário do cotidiano que estiver. Já o faz em um campo de idéias que tange a pluralidade de certa cultura nortista, trasferindo-a para seus ?pleitos? de opiniões partidárias...
Pois bem, o melhor para mim não é o que DIZ ou AFIRMA toda esta sua má versação de um cenário que o Sr. mesmo MUITO CONFUNDE. Quando declaramos opiniões baseadas em nossas PREFERÊNCIAS não devemos tropeçar no ERRO de fazer dela a VERDADE, que julga seus opostos como a MENTIRA que não deve ser contada. Trata-se de preferências, das escolhas que cada um faz. Eu mesmo já o ?vi? por aqui INOCENTANDO todos os TIRANOS da história, com seus atos atrozes, e CULPANDO a COR VERMELHA pela ESTIMULAÇÂO de seus males, má dizendo a respeito de Chico da Silva e suas toadas... quantos tropeços mais haveria de citar neste seu cotidiano ?pleito?? Não que EU MESMO deixe de ter meus tropeços e equívocos, pois os tenho, mas não CONFUNDO a minha com a PREFERÊNCIA alheia. E quando atentar-se para a via dos fatos deixará de auto alienar-se, mediante o cenário fantasioso e catastrófico da política comum a todos que o Sr. mesmo faz, ao tecer seus comentários forçando uma auto-comparação de poucas bases. Sem deixar de lembrar que a culpa de um erro só é atribuída para quem faz uso de suas escolhas e as transforma em AÇÔES.
Com isso, passe a refletir um pouco mais a respeito do que pode ser feito para o bem comum em vez da auto-destruição de comportar, neste seu receptáculo de ingredientes mágicos, as afirmativas de cunho teórico que tropeçam em ?livros? antes mesmo de topar com as pedras da vida! E neste nosso caso, neste nosso cenário de alegorias, toadas, versos e desafios. Procure aquele diálogo que compartilha opiniões mais não IMPÕE suas RAZÔES de ser. Ate porque, o seu ?erro? ao vestir-se de azul NUNCA seria a RAZÂO de SER para a minha ?acertada? preferências em vestir-me de VERMELHO! Não para o MEU próprio bem, nem para o SEU... mas para a indignação de suas idéias equivocadas passarem por uma revolução PRÁTICA! E nem precisa fazer citações a respeito do quanto me ?considera?, não sou do tipo que se ilude com irônicos ?elogios?. Nem tão pouco de afamar quem me ?puxa o saco?!
Haroldo de Almeida Barroso Neto