Haroldo de Almeida Barroso Neto em 02/02/2010 08:54
Como a ordem que se instaura mediante a visão de um novo momento, reiterando-se por meio do discurso que se propicia de fatos, nos parece ordeiro e bem intencionado este princípio de gestão do Sr Telo Pinto. Assim como várias outras, com seus ?balanços? iniciais de mandato de poucos atos, claro que ainda por conta do tempo disponível, gestões anteriores de novos mandatos começavam com as mesmas perspectivas. Bom mesmo é quando temos resultados para fazer e afirmar nossas impressões e fazer comentários a este respeito. Como não é este o caso, prefiro fazer valer do meu ceticismo tradicional, velando a empolgação que o nosso desejo de torcedor sempre sonha e brindando sem euforia com certa cautela que ?sara? com as cicatrizes de outros tempos. Assim sendo, os ?torcedores analistas? conscientes precisariam disponibilizar seus créditos para deixar fluir a ordem necessária para a ebulição deste novo momento.
Acreditar e o bem desejar para a sã condição de um novo tempo, que parece estar indo em busca de tudo aquilo que deixou de ser ?encontrado?, em momentos anteriores, que precisava ser ao menos ?procurado?. Associação que zela pelos seus sócios, associando-se da máxima razão de ser, regrada de união, sob normas comuns e igualitárias. Integrando seus indivíduos e permitindo compartilhar e contribuir de seus interesses. Muito foi dito por aqui, em comentários que apontavam a uma ordem de gestão, pelo uso de palavras como: profissionalização, responsabilização administrativa, financeira, social... comum em todos os comentários, extrai-se o desejo coletivo em respeito a sua INTEGRIDADE, LISURA. Que neste caso, culmina na personificação da associação como um todo através de seus associados. Faltava isso no Boi Garantido, ao menos era a forte impressão que tinha, admitindo certo franzir da face tentando de longe enxergar. E não admitindo ter sido sanada, toda essa questão, até o presente momento.
Este é o momento do ?novo?, do crédito renovando a esperança que todos precisamos em determinados momentos. Por outro lado, a saturação da gestão que se perdura no Boi Caprichoso, tendo seu percurso de longa jornada à disposição de quem quiser analisar e comentar, se divide em adeptos e dissidentes como não poderia deixar de ser. Mas vale é a condição de quem se posiciona mediante seu próprio critério analítico, obtendo informações e comprovando sua autenticidade, exercitando sua crítica hipotética de duas vertentes como todo pesquisador responsável. O dissimulado que propaga ?contos?, para o adorno de seu disfarce, será sempre bem visto por todos que atestam e assinam em baixo sem a mínima preocupação em apurar e comprovar a integridades dos fatos. Não sanaria a minha sede bebendo de uma água sem pureza comprovada. Há quem pouco se preocupa em ver o fundo do copo, assim como os que pensam que importante é poder enxergá-lo. Mais que isso é perceber: a transparência que permite ver o fundo é mais importante que o próprio copo que se tem nas mãos. E se não for enveredando-me em certos comentários como poderia tentar expressar o que me parece ser mas tudo indica que não é?!
Contudo, expresso a minha corriqueira vontade, mais que um desejo que se perder por não tentar, em ver o ?certo? como destino de quem procura o melhor para si por meios sócio-coletivos. O bem de todos seria sempre o bem de um.
Haroldo de Almeida Barroso Neto